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sexta-feira, 8 de julho de 2011

As Causas das Doenças Psicossomáticas

São desconhecidas. Geralmente, apresentam-se como uma característica da família. As pessoas que sofrem desses distúrbios geralmente apresentam outras alterações da personalidade (personalidade narcísica ou dependente). Podem-se diferenciar dois tipos de distúrbios: os agudos e isolados (dor de cabeça, urticária, etc.) e os crônicos e gerais (asma, úlcera, alergia, etc.).
Sintomas:
Os pacientes que geralmente manifestam esse tipo de doenças apresentam as seguintes características:
· alguma doença orgânica real;
· dificuldade para reconhecer e expressar os seus próprios sentimentos;
· um ego bastante fraco ou frágil, com escassos recursos psíquicos;
· relação entre o aparecimento da doença orgânica e os conflitos, principalmente de alto impacto emocional;
· escassa capacidade para tolerar fatores de estresse;
· escassa capacidade de simbolização.
As síndromes e os sintomas psicossomáticos mais frequentes são os relacionados com o aparelho digestivo, o respiratório, os sistemas vascular, locomotor, endócrino, e cutâneo.
Os sintomas mais frequentes são: dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, menstruações dolorosas, perda da consciência ou do desejo sexual.
Diagnóstico:
As pessoas psicossomáticas não têm consciência de que a origem dos seus problemas é fundamentalmente psicológica, exigindo dos médicos a realização de exames e tratamentos diversos. Depois de ter sido determinado que a alteração é psicológica, a diferença existente com relação a outras doenças é determinada segundo a quantidade de sintomas e a extensão dos mesmos. A descrição dramática dos sintomas feita pelo paciente também contribui para o diagnóstico.
Tratamento:
A doença psicossomática geralmente permanece durante toda a vida, com gravidade variável e períodos de remissão dos sintomas. Recomendam-se as terapias de contenção, que procuram que o paciente obtenha melhores recursos para enfrentar os fatores de estresse e possa identificar e expressar os seus sentimentos.
No caso de o paciente ser menor de idade, sugere-se tratar também os pais, pois a crise psicossomática pode estar indicando conflitos no relacionamento familiar.
(Fonte: Site Salutia)
VICIADA EM CHOCOLATE
Devorar muitos bombons em poucos minutos é uma forma de a mulher compensar a queda de serotonina no cérebro.
Será o chocolate realmente uma espécie de droga?
Alguns acreditam que sim. Achei este artigo interessante para fazer uma avaliação:
Chochito, bombom, chocolate diet, alfajor, chicabon, bolos de chocolate, etc.
Será que tudo que eu gosto é imoral, é ilegal ou engorda? (Já dizia o Roberto).
E além de tudo agora é droga!
Que droga! Ô lôco, meu!
Há mulheres que têm um desejo incontrolável por chocolate. Embora as razões ainda não tenham sido totalmente esclarecidas pela psiquiatria, sabe-se que esse "vício" é mais frequente na fase pré-menstrual, quando ocorrem alterações nos níveis hormonais e queda na produção de serotonina. "O déficit desse neurotransmissor aumenta a sensação de tristeza e abatimento, tornando a mulher irritável e deprimida", explica Simone Mancini Castilho, especialista em Transtorno Alimentar no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
O distúrbio, chamado craving (o termo é aplicado também para a compulsão por outros alimentos), não ocorre apenas pela textura, pelo aroma ou pelo sabor do chocolate. É que em sua composição existe um aminoácido, chamado triptofano, responsável pela produção de serotonina no cérebro, cujo efeito é relaxante. "O consumo de chocolate é maior no início da noite, justamente por aliviar a tensão vivida durante o dia", afirma Simone.
A dependência ocorre por conta de ingredientes psicoativos do chocolate, as metilxantinas, que provocam bem-estar, efeito semelhante aos canabinóides, presentes na maconha.
(Thaís Cavalheiro)

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